Thursday, August 31, 2006

O NOSSO GOVERNO das Drogas.

No meu desabafo “A Praia da Ilegalidade (Droga) ” falo de como o “Trafico” tem posto em perigo a nossa Praia, o nosso Cabo Verde, as nossas vidas, as vidas das nossas crianças, de tudo que nos rodeia e mais do que tudo, a nossa economia.

A mim me parece, aliás é mais do que claro e evidente que a nossa economia esta totalmente dependente do tráfico de estupefacientes. Estamos a transformar numa autêntica “Colombinha”, visto que Cabo Verde se tornou num Armazém das Drogas. Uma apreensãozinha aqui, uma apreensãozinha ali, 2 kilos aqui, 5 kilos acolá, e vai-se dando para “relatoriar” a Amnistia Internacional que tem feito um certo aperto as nossas instituições. Enquanto isso os dragões (não é nada pessoal contra Pinto da Costa) com essa manobra de diversão pelos aviões vão passando com toneladas por via marítima. Luzes a piscar nas nossas baias pela noite dentro, subornos nas alfândegas, portos mal vigiados, costas nem se falam, tudo isto faz parte dum cenário extremamente preocupante e perigoso que as autoridades não estão a dar cavaco.

Mas será que isto tem um porquê????

Sabemos que Cabo Verde não tem recursos, mas desde há décadas, que é do conhecimento desse problema gigante, preocupante e perigoso. Já se arranjou verbas para quase tudo, e continua-se a angariar fundos para todos os novos projectos. Já vieram os americanos (MCA), já vieram os espanhóis (com cooperações directas com a PJ), a EU, a China, os Holandeses, os PT’s, que estão aqui a já há muito, os Angolanos, agora os venezuelanos, porem a possibilidade de cooperação para este sector perigoso não tem sido solicitada nas agendas, nomeadamente uma frota (ainda que pequena) de barcos equipados para o controlo das costas, aviões tb equipados para esse efeito, e nem ao menos o equipamento básico necessário.

A mim me parece que isso é a propositado visto que esses patrões desse negócio, pagam milhares em despachos dos respectivos topos de Gama, criam empresas para branqueamento que pagam impostos e executam obras de grande envergadura, financiam campanhas, até ganham prémios de destacamento no sector empresarial. Certamente entra muito dinheiro nos cofres do estado por essas bandas.

Pois fica a pergunta: Será que o estado está interessado em resolver esta questão e criar um buraco na nossa Economia?

Wednesday, August 30, 2006

A Praia da Ilegalidade (Droga)

Adias entrei no blog do meu amigo kijack e encontrei-lhe a falar do surrealismo dos Cabo-verdianos ligada ao descaramento perante as ilegalidades. Mas quando falo disso, falo de todos: de dirigentes políticos, funcionários, operários, até da minha própria pessoa. Isto se tornou num movimento contagioso em que todos se aderem a ilegalidades do tipo TVs/P , a pirataria de software (que até o nosi faz), os esquemas das alfândegas e principalmente ao tráfico de drogas.

Já há algum tempo que venho tentando analisar a situação e que se encontra mergulhada a nossa sociedade; neste caso a praiense que é onde eu me encontro reintegrado actualmente e tenho ficado muitas vezes equivocado e abismado pelo estado em que isto se entrou.

Aqui na Praia já é habito vermos número praticamente incontável de carros topo de gama estacionados nos nossos estacionamentos. Também é muito habitual depararmos quem anda nestes carros. Ainda a dias estava eu na Achada de Sto António quando passou por mim um desses Mercedes em forma de Jipe, novinha em folha, pintura metalizada, jantes especiais, dava para ver aqueles monitores LCD a brilharem por dentro daqueles vidros escuros, sinceramente, para eu que sou um admirador de carros e motores em geral, fiquei de queixo caído. Quando não, o carro parou, abriram-se os vidros e saiu deste um mosso com um boné de pala para traz, na faixa etária dos 20 a 27 anos e outros da mesma características que haviam ficado dentro do carro.

Como é possível estas cenas que se repetem todos dos dias e cada vez com personagens diferentes num pais como Cabo Verde que apesar de estar na moda, tem números desanimadores como já dizia Olavo Correia na coluna escrita na 2ª edição da revista do Jornal “A Semana”.

Se formos a Sucupira e fizermos um check nos preços, conseguimos ver imediatamente que estes preços inflacionados não pertencem ao mercado real Cabo-verdiano visto que o salário base de um quadro formado da função pública não passa os 45 contos. É impossível ter uma T-Shirt por 3500 escudos, alias como eu digo aos vendedores se eu comprar por este preço já não como até ao fim do mês. Mas mesmo assim os preços nunca baixam porque há clientes certos. Se não é o grande patrão que compra é o mecânico que toma conta daquela frota, ou a empregada que toma conta da mansão, ou até mesmo os bajuladores que dão campainha a este, naquelas tardes de sábado e domingo para o passeio de Jet Ski e de Barco, porem estes não estão directamente ligados ao esquema, apesar que funcionar como uma economia por arrastamento (em que um negocio na origens a outros vários) em que todos acabam por tirar uma casquinha e viver vidas de sonho.

Eu tenho uma certa paixão por motos. Tenho vinda a pensar em criar um clube de MotoCross aqui na Praia. Na conversa com um amigo, disse-lhe da minha ideia e este virou-se para mim e disse: Já sabes que tipo de gente vai acabar por frequentar esse clube pois não? – Eu passei um bocadinho, enruguei a testa e disse: Sim já sei, mas é que não é possível nos livrar-mos, isto já ta tão enraizado que ou aceitamos a situação como está ou emigramos para uma outra terra.

Tuesday, August 29, 2006

“Platô Digital”, revolução tecnológica na Praia

Transformar a Praça Alexandre Albuquerque numa plataforma tecnológica de livre acesso aos praienses. É esta a ideia que está na base do “Platô Digital”, um projecto que foi apresentado ontem, 30, na sessão ordinária da Câmara Municipal da Praia, e que prevê a construção naquela praça de um equipamento direccionado para a cultura, o lazer e as novas tecnologias.

Ess li realmente é um grande noticia, un te espera ma es ca te fca so que que 2 mbit de largura de banda que Helio Varela dze que ta pok pa és conta mas mes tod te pensa na be da de borla.

Agora um cosa é certo es gente devia estod te investi na inernet de borla na nos sociedade, diaza na mund te começa pa tud escola de Cabo verde e te fomenta pesquisas inteligentes, como forma de umdjora um gzinha ess QI (des)invejavel que ta intalod na CV; pamod nos sociedade ti te fca um bocod Burr e meterialista. ca te importa o que que quel gajo tem na cabeça ma sim sel te anda num prado, num tuareg ou até num audi q6.

Pois é, Bocas e Soluções!!!

Maltas no te vivê num sociedade que tud mundo so sabe manda boca, manda boca e manda boca. Solução que bom nada.
U q cum cre dze que bocas e Soluções? Um cre dze pa no manda boca sim, ma no tenta traze soluções pa es problema que te rodiá nos. E no fala des soluções, no deiscuti es soluções, no escrevês es soluções e mas do que tud no faze dj'ga ques soluçõpes na quem de direito. Ma ess atitud li ten que ser, na traboi, na casa, na nos comunidade, ne nos vida politica na tud onde que no ti ta oia cum cosa que te drete ou el pode ser feit dum forma umdjor.